domingo, 9 de agosto de 2009

Operação pandemia - H1N1

Esses dias por pura curiosidade, fui atrás de algumas teorias conspiratórias em relação a gripe da moda. A gripe A, Influenza, H1N1, Gripe suína... enfim, encontrei uma porrada de artigos, uns até mesmo falando que o vírus, já fora de circulação, foi retirado da sociedade, modificado geneticamente e jogado de volta nas cidades com vários planos Maquiavélicos. Sincera e honestamente, não sei, prefiro me abster dessas teorias mirabolantes.
Mas, encontrei um vídeo no Youtube que mostra certinho qual é a realidade do vírus dentro de um contexto capitalista, que mostra os interesses da industria farmacêutica e seus negociadores envolvidos. O que de fato a mídia não mostra sobre.

Melhor do que falar, é assistir.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Dica do ano!


"A concorrência de mercado e a histeria produtiva
A sociedade de consumo e seu sentido sem sentido
Marginalizam o ócio e a vida contemplativa
Sufocando almas num deserto criativo"
ou...
"Vivemos rente aos trópicos
Onde as águas de março costumavam fechar o verão
Alimentamos Pensamentos utópicos
E usamos a biodiversidade como fonte de inspiração
Vejo uma senhora vendendo balas em frente ao metrô
No campo, máquinas subistituem o agricultor
Imagino como era tudo no tempo do meu avô
Quando não existiam telefones celulares, garrafas pet e nem isopor
Dos bangalôs da Tailândia aos barracos do Vidigal
Dos iates em Ibiza aos soundsystems em Trenchtown
Há algo que move a todos com a mesma força vital
A busca da felicidade e a realização pessoal"

...
Pois é, das mesmas bocas que saíram esses versos cantados, eram as mesmas bocas que gritavam histericamente "Seu namorado é um cuzão" e terminavam de forma mela-cueca com um "Foi só mais uma história de verão".
Eis que as histórias de verão e espinhas na cara se foram e os garotos do Forfun cresceram. Evoluíram e depois de muito tempo em estúdio, saíram país a fora com a turnê do Polisenso.

Um disco de uma banda revigorada, uma roupagem diferenciada, consciente dos problemas socio-econômicos, mas nunca deixando de lado a vida contemplativa, natureza e a positiva vibração. E o melhor, a banda transparece uma felicidade enorme e passa uma vibração em seus shows sem igual. O álbum tem uma característica muito própria e foge muito do que eles eram e o que explode todos os dias nas rádios, daquilo que é comercial.
Mesclando um ritmo dançante com uma levada hardcore, reggae e as pegadas eletrônicas por de trás, é o que faz do Polisenso um dos melhores álbuns do país hoje e uma referência de boa música.

Lançado no final do ano passado, outra aposta da banda foi soltar o disco inteiro na internet. Aliás a internet foi um veículo adotado pela banda e que a garotada vem depositando muita fé nesse meio. Através de seu site oficial é possível até mesmo assistir a shows ao vivo. Fotolog, Blog, Twitter, Youtube, Flickr, comunidade no Orkut, Myspace e o próprio site ofical funcionam como ferramentas objetivas da banda.

Vale muito a pena conhecer o Polisenso e ficar ligado no que rola de melhor no cenário nacional e fora do foco da mídia.


Abaixo segue o link para downloading do CD.



Detalhe importantíssimo: O disco Polisenso é totalmente independente.



Abrá.
E nada de pânico com gripe alguma, a saúde vai prevalecer!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Tostines vende mais porque é fresquinho ou...



QUINTA-FEIRA, Rio de Janeiro, evento de lançamento do Fundo Setorial do Audiovisual.

Lula, como sempre muito à vontade em público, começou voluntariamente a discorrer sobre a crise financeira que assola o planeta, amparado por uma de suas analogias de boteco:

- Se um de vocês fosse médico e atendesse a um paciente doente, o que vocês falariam para ele?

“Olha, companheiro, o senhor tem um problema. Mas a medicina já avançou demais, a ciência avançou, nós vamos dar tal remédio e você vai se recuperar.”

- Ou você diria:

"Meu (pausa dramática)... Sifu!!!"

- Vocês falariam isso para um paciente de vocês? Não, vocês não falariam.


Ao que chegamos à seguinte pergunta:


Luís Inácio faz graça porque é popular ou é popular porque faz graça?

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Muthathar al Zaidi - O Homem do Sapato

Até no wikipédia já tem ficha completa do sujeito.Muthathar al Zaidi ( ou só Muthathi), para os intimos.Virou herói, vilão, e até terrorista em um só gesto.

Bush disse:

"...This doesn't represent the Iraqi people..." (... Isso não representa as pessoas do Iraque).

Também acho.Representa as pessoas de todo mundo.Muitas delas,pelo menos.

Arsalan Iftikhar (Defensor dos direitos humanos e contribuinte de uma revista Islâmica em Washington) disse:

"...The shoe story does not help the plight of the Iraqi people." (A história do sapato não ajuda no drama do povo Iraquiano).

Não não ajuda, mas matou a vontade de muita gente que senão quer fazer algo parecido, quer fazer algo bem pior.

Eu e aposto que muitos gostaríamos de dizer:

- Muthathar, meu caro, sem erros na próxima...

Olha aí a fofoca da semana:



segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Senhor dos anais


APESAR DE APRECIAR o prazer alheio, não sou muito fã de filmes pornô. Primeiro que os mugidos, grunhidos e gemidos soam falsos pacas, segundo que as historinhas são deprimentes, e terceiro que as pessoas que estão lá foram pagas pra isso, o que tira toda a naturalidade e espontaneidade da coisa.


Mesmo com a grande quantidade de atores e atrizes que se aventuraram recentemente no 'ramo', ainda não fiquei com vontade de adentrar de corpo e alma aquela salinha top secret da locadora, ou até mesmo aos milhares sites da cena pornográfica, recheada de títulos perniciosos e inusitados.

Eu não entrei, mas meu amigo, o grande, César Zulmiro, fez as vezes da casa e elaborou uma seleção com os melhores títulos da bonita história da pornografia brasileira.

Entre eles, estão os antológicos...

A anã insaciável
Dá pra imaginar a cena?

A Cadela e o Pitbull
Versão cult de 'A dama e o vagabundo'

Aperte o Play e Goze Comigo
Sem comentários...

Bundas Afoitas
Cuidado, elas mordem!

Dose Cavalar
?

Duro Como Rocha
Haja vaselina!

Encaçapando Bolas e Tacos
Estrelando Rui Chapéu

Frenesi Rural
Múúúúúú!

Hexa... Doeu!
Seleça 2010 comandada pelo bravo Richarlyson

O Cangaço é Aqui
Com Lampicão e Maria Busanfa

SPA das Gulosas
Cardápio: nabo, inhame e berinjela

Priscila Gosta Atrás
Mais direto que esse...

Puck, o Duende Perverso
Pobrezinho do boneco assassino...

Quebra-Pau na Pequena Área: uma suada disputa
O último que sair, que apague a luz.

Rodeio & Arrocho
Seguuuuuuuuuuuuura peão!

Tango - Paixão, Poder & Virilhas Nervosas
Virilhas nervosas é de fuder o cu do palhaço lascar!

Trair e Trepar é Só Começar
Are you ready?

Varejão da Sacanagem
Olha a mandiocaaaaaaa!!!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Prato do Dia

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Celulares, mocinhos ou bandidos?

As caixinhas falantes invadiram o mundo.Nas ruas, nos shoppings, escolas, restaurantes; não se vai a um lugar aonde não as encontre.Há tempos atrás quem imaginaria que tais aparelhos tomariam o mundo dessa forma?Mas tomou, na verdade, muito bem tomado.

 Os celulares se tornaram imprescindíveis no nosso dia-a-dia.Seja para ligações ou para utilizar suas outras funções, essas, aliás, são as que mais nos ajudam.Despertador, calculadora, câmera, gravador, mp3, tv, internet; o aparelhinho que faz de tudo tem sua função principal muitas vezes descartada, que é ligar.

A possibilidade de entrar em contanto com amigos, família a quase todo momento, desde que os aparelhos estejam ligados, dá uma sensação de segurança e tranqüilidade.De certa forma você nunca se sente só.

 Muitas vezes quando a pressa é maior e a caixinha multiuso fica em casa nos sentimos amputados, desvairados e perdidos. Que loucura é essa?Como em tão pouco tempo esse aparelho se tornou um membro do nosso corpo, um ponto de referência, uma bússola?

Tal dependência não pode ser considerada algo positivo.Tudo em exagero faz mal e essa dependência é algo exagerado, definitivamente.

 De tempos em tempos um novo aparelho é lançado no mercado com novas funções, novo design e como marionetes os consumidores correm, adquirem a nova tecnologia, ficam dependentes dela e mal podem esperar o próximo modelo com mais funções as quais ele também vai depender no futuro.O dinheiro vai, as empresas internacionais crescem e as pessoas cada vez mais dependentes.

 Facilidades não devem ser confundidas com necessidades.Pense nisso.